Eu, ultimamente, ando sonhando com a Itália! Morrendo de vontade de voltar, lendo tudo o que aparece por aí… e na Revista Viagem e Turismo desse mês saiu uma matéria deliciosa sobre o país (coincidência?) e, melhor ainda, com dicas de como viajar para lá sem gastar muito. Com a correria, só consegui ler com calma este final de semana…
O texto é todo sensacional, mas decidi reproduzir aqui um trechinho, o “Manual de Sobrevivência na Capital” (claro, Roma!). É para dar dicas e também dar um gostinho! Dá uma olhada:
- Compre seu tíquete do Museu do Vaticano no site biglietteriamusei.vatican.va, e você ficará feliz ao perceber a diferença de tamanho entre a sua fila e a dos outros quando chegar ao museu. A taxa é de 4 euros.
- Roma nunca será só sua. As multidões são inevitáveis. Aceite isso e aproveitará melhor a estada por lá. Há filas por todos os lados e é preciso saber se impor para não perder seu espaço.
- Se for esperar alguém reduzir a velocidade para atravessar a rua, você não sairá do lugar. Acredite, os carros brecam em cima da hora mas não atropelam. Vá com fé!
- Nos ônibus e no metrô, tome cuidado com duas espécies endêmicas: o “mão-leve” e o mano morta – o bom e velho “mão-boba”.
- Durante a happy hour romana, ou como eles dizem, o aperitivo, restaurantes e bares do Campo dei Fiori fervem. Ali, você janta uma pizza ou uma pasta acompanhada de uma taça de vinho por cerca de 8 euros.
- Nem só nos museus – muitos deles com ingressos caros – você vê obras de arte espetaculares. Algumas igrejas reúnem maravilhas e são grátis, como a Basilica de São Pedro e a Igreja de San Pietro in Vincoli, e, ainda, a de San Luigi dei Francesi, a de Santa Maria del Popolo e a de Santo Agostinho, que exibem belíssimos quadros de Caravaggio.
- Planeje-se para ir visitar a Fontana di Trevi de manhã bem cedinho ou quase de madrugada. Só assim as chances de você conseguir apreciá-la e jogar sua moedinha em paz – para voltar à cidade, como reza a lenda – aumentam consideravelmente.
- Ande a pé. Em um só dia, dá para ir à Piazza Navona, onde fica o belo edifício da nossa embaixada; sentar-se nas escadarias da Piazza di Spagna, que na primavera se enche de flores; flanar pela Piazza del Popolo; e descansar na Piazza del Campidoglio, desenhada por Michelangelo. A Piazza della Rotonda, que abriga um dos monumentos mais importantes de Roma, o Pantheon, também está a um pulinho. Tudo sem gastar nada!
Eu estava lendo a revista de bordo da TAM (TAM nas Nuvens), edição de agosto, e achei muito interessante uma matéria em que o cantor Toquinho falava sobre 10 motivos para visitar Roma, na Itália. Todas as dicas são dadas com propriedade, já que ele morou por lá um ano e sempre teve uma paixão especial pela cidade.
Eu acho Roma um espetáculo mesmo, e assino embaixo nos lugares que ele considera imperdível… mas vale a pena saber os porquês das escolhas do artista… dá uma olhada:
1 – Coliseu
Vê-lo pela primeira vez, com o Arco de Constantino à espreita, trouxe-me a vontade de que toda a minha família e amigos estivessem comigo. Aquela arena tão grande, palco de lutas que sempre acabavam em morte. Cenário de muitos filmes, o antigo Bem-Hur, e o mais recente, O Gladiador, conserva uma imponência assustadora, onde se volta no tempo e se imagina como o local fervilhava naqueles anos do império.
2 – Piazza Navona
Uma praça tão familiar para mim, com seus restaurantes de mesas nas calçadas. Eu me enchia de gratidão por poder sentar-me a uma delas, para tomar café ou comer presunto cru com aqueles pães deliciosos.
3 – Tridente
Há tempos, a dolce vita transferiu-se da via Veneto para a região de Tridente, formoso conjunto de ruas fluindo dos Degraus Espanhóis (foto). Para quem só quer admirar, a dica é sentar-se num café ou num restaurante e fixar-se nas vias Del Corso, Ripetta, Del Balduino e Condotti, que conferem a Roma sua reputação como centro internacional da moda.
4 – Restaurante Santo Padre
Durante a Copa de 1990, fiz parte da equipe da TV Bandeirantes, chefiada por Luciano do Valle. Certo dia, acabamos a gravação à 1h30 da manhã e não havia o que comer. Fui até o Santo Padre (via Collina, 18), onde a proprietária faz a comida e eles mesmo servem. Não tem cardápio, come-se o que oferecem. Cada dia há um prato especial. Consegui que esse restaurante ficasse aberto durante todo o mês para receber a gente depois do programa, e lá passou a ser nosso ponto de comunhão diária. (more…)